Adoptar ou não adoptar?

30 de julho de 2014

Eu sou fácil de levar às lágrimas, muito mesmo. Qualquer filme, livro ou música bonita consegue pôr-me a lacrimejar. Mas este vídeo, dedicado aos animais abandonados e maltratados, homenageando aqueles que ajudam estes animais sem receber nada em troca, levou-me mesmo às lágrimas. Custa-me perceber como há seres humanos tão maus, mas isso já é outro assunto.



Depois de ver este vídeo, queria deixar aqui a minha experiência sobre adoptar animais, pode ser que incentive alguém.
Tenho cinco gatos, todos eles adoptados de associações que recolhem  animais da rua, ou mesmo da rua. Seria incapaz de comprar um animal (de raça ou não), seria como querer "escolher" um filho loiro, de olhos azuis, só porque é mais "bonito".
Tenho também muito orgulho em dizer que salvei cinco gatos da rua. São uns lindos e fazem parte desta família. E para quem esteja a pensar em adoptar um animal já com histórico, só posso dizer, que não tenho más experiências, cada animal é diferente, com caracteristicas estranhas, mas os animais adaptam-se. Por isso não tenham medo, se estiverem a pensar em adoptar, adoptem.

 Gaudi - 7 anos, surdo e não gosta de gatos machos, mas é um fofo, aquece os pés, avisa-nos que é hora de comer e está sempre por perto.

Caxemira - 5 anos, muito meiga, só quer colo.

 Fofinha - 7 anos, é cleptómana. Rouba tudo o que pode pelo sim pelo não. A minha família nunca passaria fome com ela, traz pombas, costeletas e postas de bacalhau da vizinhança. Adora pão, meias e não mia.

 Prinçusa - 3 anos. Tímida, adora paraquedismo sem paraquedas, aposta forte em bater os recordes do Guiness sobre atirar-se de uma janela sem partir ossos. Está no bom caminho.

Mimi - 3 anos. A coisa mais fofa do mundo, trouxemos-la da rua e nunca tivemos problemas com ela, só quer festas e mia baixinho a exigir carinho.


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